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O Governo português minimiza, para já, o efeito da decisão da União Europeia de suspender a entrada de determinados produtos de origem animal do Brasil. O Ministério dos Negócios Estrangeiros informou a CNN Portugal que não dispõe, por enquanto, de elementos que permitam prever impactos relevantes no abastecimento nacional.
Reação oficial e acompanhamento
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Em comunicado, o Ministério dos Negócios Estrangeiros afirmou que segue o processo em coordenação com as instituições europeias e com as autoridades nacionais responsáveis. O acompanhamento decorre de forma a avaliar eventuais consequências para o mercado interno.

O Governo sublinha ainda que todas as importações destinadas à União Europeia têm de cumprir os elevados padrões sanitários e de segurança alimentar aplicáveis no bloco. Essa exigência mantém‑se como condição para qualquer fluxo comercial futuro.
Por que a suspensão foi decidida
A medida tomada pela UE resulta da aplicação das regras comunitárias de saúde animal. Cabe à Comissão Europeia e às autoridades competentes avaliar e implementar restrições quando se identificam riscos para a saúde pública ou animal.

Relação com o Brasil e perspectivas
Apesar do bloqueio, o Executivo português valoriza a relação com o Brasil, que considera um parceiro estratégico tanto para Portugal como para a União Europeia. O Governo espera que o diálogo entre Brasília e Bruxelas permita clarificar e resolver as questões levantadas.
Qualquer eventual levantamento das restrições terá de respeitar as regras europeias em vigor, acrescentou o MNE. O caminho para a normalização passa, portanto, pela convergência entre requisitos sanitários e decisões políticas.











