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Uma venda de ações da REN pela empresa Pontegadea resultou num custo extra de 1,8 milhões de euros para o Estado. A operação utilizou o preço mínimo por ação fixado pela vendedora em vez do valor obtido aplicando um prémio de 15% sobre a cotação média dos seis meses anteriores.
O acordo e o preço aplicado
A Pontegadea alienou a sua participação na REN a 4,25 euros por ação. Esse montante ficou acima do preço que teria surgido se, na transação, tivesse sido adotada a fórmula que inclui um prémio de 15% sobre a média das cotações dos últimos seis meses.
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Em vez disso, foi usado o preço mínimo por ação estipulado pela própria Pontegadea, o que alterou o cálculo final do negócio.
Impacto financeiro
Como consequência, o Estado acabou por desembolsar um valor adicional: 1,8 milhões de euros, segundo os números divulgados. Esse montante representa a diferença entre o que teria sido pago com a outra fórmula de cálculo e o valor efetivamente praticado.

Contexto e leitura pública
A operação concentra a atenção na formulação do preço acordado entre vendedor e comprador e no efeito direto desse critério sobre os cofres públicos. A explicação técnica do desvio de preço é essencial para compreender a origem do acréscimo de despesa.
Perceber como foram definidos os parâmetros do acordo ajuda a clarificar por que a diferença se traduziu num custo para o Estado.











