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O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) afirmou que a adesão ao primeiro dia de uma greve de cinco dias dos tripulantes da easyJet foi elevada, com apenas os serviços mínimos a serem assegurados. Segundo o sindicato, a paralisação já provoca um corte significativo na operação da companhia.
Falhas generalizadas e serviços mínimos em vigor
Em declarações à agência Lusa por volta das 07:15, o presidente do SNPVAC, Ricardo Penarroias, disse que a greve está a provocar o cancelamento de cerca de 80% dos voos ao longo dos cinco dias previstos. Apenas os voos classificados como serviços mínimos estão a ser realizadas.
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O número elevado de cancelamentos significa que grande parte da programação diária da transportadora sofre impacto direto. A informação sobre horários e alternativas foi sendo atualizada pelas entidades e pela própria companhia à medida que a manhã avançava.
Substituição de tripulantes e recurso à justiça
Penarroias afirmou que alguns voos inicialmente previstos como serviços mínimos começaram a sair e que há um caso particular de um voo do Porto em que a empresa recorreu a chefias locais para substituir grevistas. O sindicato considera essa atuação ilegal e anunciou que recorrerá aos tribunais.
“A empresa optou mais uma vez por contornar a greve com ilegalidade e, por isso, vamos utilizar os meios legais para punir a empresa de mais um ato ilegal em períodos de greve”, declarou o dirigente.
O SNPVAC revelou que irá apresentar queixa na Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) e avançar com ações judiciais. Segundo Penarroias, o sindicato já tem processos em curso sobre substituições de grevistas noutras mobilizações, que descreve como uma prática que a empresa adota, preferindo por vezes pagar coimas em vez de cancelar voos.











