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No sábado, 27 de junho, Tomar recebe uma iniciativa que combina consumo consciente, economia local e ação comunitária: o Mercado da Bagageira abre na Várzea Pequena para estimular a reutilização de roupas, calçado e acessórios. O evento promete peças acessíveis e atividades educativas que querem consolidar hábitos de moda mais sustentáveis na região.
O que vai acontecer
A organização, a União de Freguesias de S. João Baptista e Santa Maria dos Olivais, programou uma feira onde particulares vendem artigos em segunda mão, dando nova utilidade a peças que poderiam terminar no lixo. A proposta destaca tanto o valor económico — achados originais a preços baixos — quanto a redução do impacto ambiental do setor têxtil.
Reutilização de roupas em destaque no Mercado da Bagageira: peças e acessórios com desconto
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Além das bancas de roupa e bijuteria, o mercado inclui uma área gastronómica gerida pela Associação Cultural e Desportiva dos Bombeiros de Tomar. As receitas dessa zona de comes e bebes serão destinadas a apoiar as ações da associação no município.
Atividades educativas
No coreto da Várzea Pequena haverá sessões gratuitas de aconselhamento de styling e upcycling, conduzidas por Dália Dâmaso. Os encontros têm como objetivo mostrar técnicas práticas para transformar peças usadas e orientar escolhas de guarda‑roupa mais duráveis.
| Data | Local | Horário | Atividades principais |
|---|---|---|---|
| 27 de junho (sábado) | Várzea Pequena, Tomar | 09h30 – 17h30 | Bancas de segunda mão; área de comes e bebes; sessões de styling/upcycling |
| Sessões de aconselhamento: 10h00–12h00 e 14h00–16h00 (Coreto) | |||
Por que vale a pena ir
- Encontrar peças únicas e baratas sem recorrer à fast fashion.
- Aprender técnicas práticas de reaproveitamento e estilo com sessões gratuitas.
- Contribuir para reduzir o desperdício têxtil e apoiar uma associação local através das vendas de comida.
O Mercado da Bagageira surge em um momento em que a moda circular ganha visibilidade: programas como esse ajudam a transformar hábitos de consumo e a reduzir resíduos, com impactos diretos no orçamento das famílias e no meio ambiente.
Para quem pretende expor ou visitar, a organização local tem divulgado que as bancas serão ocupadas por vendedores particulares — uma oportunidade para dar nova vida a roupas e acessórios sem intermediação comercial. É também uma chance de fortalecer redes comunitárias em torno de práticas mais responsáveis.
Informações adicionais e eventuais atualizações logísticas serão partilhadas pela União de Freguesias nas comunicações oficiais, mas a ideia central é clara: promover uma alternativa prática e educativa ao descarte rápido de vestuário, valorizando a criatividade e a economia local.












