Mostrar resumo Ocultar resumo
A Câmara de Paredes de Coura lançou um concurso para reestruturar o abastecimento de água da zona industrial de Formariz, com um investimento superior a 757 mil euros. A obra promete aumentar a fiabilidade do fornecimento doméstico, elevar a pressão da rede contra incêndios e criar condições mais favoráveis ao investimento empresarial.
O anúncio do procedimento público foi publicado esta terça-feira em Diário da República e, segundo o presidente da Câmara, Tiago Cunha, visa responder a limitações que têm condicionado o crescimento económico local. O autarca, do PS, afirmou que a infraestrutura atual não garante consistentemente caudal e pressão adequados para as necessidades da indústria instalada.
O que está previsto
Projeto Amália: meios discutem pagamento por conteúdos com o governo
Queens of the Stone Age: vocalista surge irreconhecível aos 53 anos
O projeto prevê a instalação de um novo reservatório elevado junto à área industrial, além da execução de duas condutas adutoras e de um troço de conduta distribuidora. A intervenção tem como objetivos melhorar a pressão da rede, reforçar o sistema de combate a incêndios e tornar o abastecimento doméstico mais estável dentro da freguesia.

Segundo a Câmara, estas medidas deverão reduzir riscos de cortes e permitir uma resposta mais eficaz em situações de emergência, beneficiando tanto residentes quanto empresas.
Calendário e condicionantes do concurso
O procedimento tem um preço base fixado em 757.000 euros (acresce IVA) e um prazo de execução estimado em 540 dias. As propostas podem ser apresentadas até às 16h00 de 26 de novembro, e os concorrentes são obrigados a manter as suas ofertas válidas por 120 dias após esse prazo.

- Local: zona industrial de Formariz, Paredes de Coura (distrito de Viana do Castelo)
- Valor base: 757.000 € (mais IVA)
- Prazo de execução: 540 dias
- Data limite para propostas: 26 de novembro, 16h00
- Validade das propostas: 120 dias após o fecho do concurso
Além dos ganhos diretos em abastecimento e segurança, a autarquia destaca o impacto económico: uma rede mais robusta tende a atrair novos projectos industriais e a reduzir custos operacionais para as empresas já instaladas.
Implicações locais
Para os moradores, a mudança traz a promessa de menos interrupções e melhor pressão nas torneiras. Para os empresários, sobretudo os que dependem de caudal constante, trata-se de uma condição básica para expansão. E, do ponto de vista da proteção civil, um aumento da capacidade de combate a incêndios pode acelerar tempos de resposta e proteger património e atividade económica.
O financiamento e a execução concretos dependerão do resultado do concurso público e do cumprimento dos prazos contratuais. Enquanto isso, a Câmara de Paredes de Coura aponta o projeto como um passo relevante para modernizar a infraestrutura local e suportar o desenvolvimento futuro.











