Mostrar resumo Ocultar resumo
No Congresso Nacional do PSD, em Anadia, o ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, acusou o líder do Chega de ser “refém das redes sociais” e afirmou que o secretário‑geral do PS está dependente de “extremistas”. O ministro disse que o Governo trabalhará para enfrentar os “imobilismos” tanto da esquerda quanto da extrema‑direita.
Acusações a Ventura e a José Luís Carneiro
Durante a sua intervenção, Miranda Sarmento dirigiu críticas ao líder do Chega, referindo‑se a Ventura como um responsável incapaz de tomar decisões que contrariem a opinião pública nas redes. O ministro associou o voto do Chega contra a revisão da lei laboral, na sexta‑feira, a uma postura incoerente.
Jovens de bairros sociais em Lisboa descobrem futuro na robótica e no gaming
Resort pega fogo na República Dominicana: uma pessoa morre
Ao mesmo tempo, o governante atacou o secretário‑geral do PS, José Luís Carneiro, dizendo que este estaria “refém dos extremistas de Pedro Nuno Santos”. Miranda Sarmento afirmou ainda que Pedro Nuno Santos poderia ter sido “um bom líder do Bloco de Esquerda”, mas classificou a sua ação à frente do PS como um insucesso.
Mensagem política e horizonte temporal
Miranda Sarmento apelou à ação do executivo no próximo triénio, afirmando que há “três anos para continuar a transformar Portugal”. Segundo ele, o objetivo é combater os bloqueios políticos vindos de posições tanto à esquerda como da extrema‑direita.
O argumento económico do ministro
Na sua intervenção, o ministro realçou que o PSD governa há dois anos sem uma emergência financeira, um cenário que, disse, não se verificava há três décadas. Para sustentar o argumento de melhorias económicas, listou medidas e resultados atribuídos ao Governo.
- Redução do IRS — cortes gerais e medidas específicas para jovens;
- Aumento do Complemento Solidário para Idosos;
- Políticas que, segundo o ministro, atraíram investimento e dinamizaram empresas.
Miranda Sarmento afirmou que a vida dos portugueses melhorou financeiramente nos últimos dois anos e que a economia está mais resiliente. Afirmou ainda que estes resultados foram alcançados com o equilíbrio das contas públicas, apontando para superávit, redução da dívida e sustentabilidade.
Comparação com a zona do euro
Num dos seus argumentos finais, o ministro sustentou que Portugal é atualmente, nas suas palavras, “a única economia avançada em que a economia cresce mais do que a média da zona euro”. Esta comparação foi apresentada por Miranda Sarmento como prova do impacto das políticas em vigor.











