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No 43.º congresso do PSD, o ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, qualificou o PS e o Chega como “empatas” e partidos guiados por interesses, afirmando que são “em quem não se pode confiar”. A intervenção ocorreu durante a manhã deste sábado em Anadia e incluiu elogios ao desempenho do Governo.
Críticas dirigidas a outros partidos
Durante o discurso, o ministro apontou que alguns partidos não oferecem a segurança política necessária. As palavras foram proferidas perante os delegados reunidos no congresso do PSD.
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Mensagem sobre a governação
José Manuel Fernandes defendeu que o executivo tem trabalhado para tornar Portugal mais competitivo e coeso. Referiu ainda a intenção de combinar esforços com autarcas, governos regionais, empresários e universidades para esse objetivo.
Em tom direto, afirmou que o Governo “dá confiança, estabilidade, previsibilidade e quer melhores salários para um país moderno, mais produtivo, competitivo e coeso”.
Elogios a Luís Montenegro
Na curta intervenção — que durou três minutos — o ministro disse ser uma “testemunha privilegiada” e considerou que não existe alguém que pudesse render melhor do que o primeiro‑ministro, Luís Montenegro.
Também destacou o conhecimento do chefe do Executivo sobre os dossiês e a sua proximidade aos 308 municípios, concluindo que “não podíamos estar em melhores mãos”.
O congresso
O encontro, o 43.º Congresso Nacional do PSD, começou na manhã deste sábado no Velódromo de Sangalhos, em Anadia, sob o lema da moção de estratégia do líder do partido: “Trabalhar – Fazer Portugal Maior”. Está previsto terminar domingo ao almoço.










